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Pobres e marginalizados

por Naçao Valente, em 16.01.11

 

A saga dos clandestinos romenos continua. Depois do grupo que vivia miseravelmente na região de Almada ter sido ajudado a regressar ao seu país a SIC referenciou outro grupo no Porto em condições idênticas. Vieram para fugir à fome no seu país. Não conseguem arranjar trabalho e vivem da mendicidade. São ostracizados pela sua própria Embaixada. Interrogo-me: será que querem uma oportunidade de trabalho ou estarão reféns de uma opção de vida? Seja como for o certo é que vivem em condições sub-humanas.  Quando é que  a sociedade da abastança e do bem estar,  terá disponibilidade para lhe oferecer "uma cana de pesca"?

 

 

 

 

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publicado às 20:54

Revista do ano 2010 Novembro

por Naçao Valente, em 13.01.11

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Sabe que há uma terra chamada Vila Flor, sabe que existe nesta terra uma empresa  (Sousacamp) produtora de cogumelos, sabe que absorveu toda a mão-de-obra local, sabe que precisou de recorrer  a mão-de-obra emigrante, sabe que contratou trabalhadores romenos, alguns com qualificações acima da média, a quem forneceu habitação gratuita. Já não há mão-de-obra disponível em Portugal? De acordo com as estatísticas  existem 500 mil desempregados e muitos a viver de subsídio de desemprego. Não estarão os nossos trabalhadores desempregados dispostos a enfrentar a interioridade transmontana? Ou estaremos a alimentar um país de subsídio-dependentes? Por este caminho não haverá PECs que nos salvem. Mas há gente nova, meninas romenas, dispostas a ajudar a salvar da morte lenta o belo interior de Portugal. Pode ver a reportagem em:

 

http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/Primeiro+Jornal/2010/11/edicao-de-23-11-2010-2-parte-predio-em-risco-de-ruir-em-lisboa-panico-no-camboja-tensao-entre-coreia.htm

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publicado às 16:17

Clandestinos

por Naçao Valente, em 02.01.11

De acordo com a reportagem SIC, estes cidadãos romenos vieram de um país pobre para um país que sendo pobre pensa que não é. Clandestinos como muitos portugueses nos anos sessenta, chegaram com a esperança de melhorar o seu nível de vida. Ao fim de dois meses vão partir, com ajuda de uma organização internacional que lhes pagou a viagem. O que levam na sua bagagem é memória de miséria, insensibilidade, desprezo.

A Sic fez a reportagem. Aqui ficam escassos segundos dessa descida aos infernos. Impressionante.

 

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publicado às 21:15

Vila Flor em romeno

por Naçao Valente, em 23.11.10

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Sabe que há uma terra chamada Vila Flor, sabe que existe nesta terra uma empresa  (Sousacamp) produtora de cogumelos, sabe que absorveu toda a mão-de-obra local, sabe que precisou de recorrer  a mão-de-obra emigrante, sabe que contratou trabalhadores romenos, alguns com qualificações acima da média, a quem forneceu habitação gratuita. Já não há mão-de-obra disponível em Portugal? De acordo com as estatísticas  existem 500 mil desempregados e muitos a viver de subsídio de desemprego. Não estarão os nossos trabalhadores desempregados dispostos a enfrentar a interioridade transmontana? Ou estaremos a alimentar um país de subsídio-dependentes? Por este caminho não haverá PECs que nos salvem. Mas há gente nova, meninas romenas, dispostas a ajudar a salvar da morte lenta o belo interior de Portugal. Pode ver a reportagem em:

 

http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/Primeiro+Jornal/2010/11/edicao-de-23-11-2010-2-parte-predio-em-risco-de-ruir-em-lisboa-panico-no-camboja-tensao-entre-coreia.htm

 

 

 

MG

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publicado às 18:14




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