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Nação valente, ao sul

Odeleite Cabeça do dragão azul

Nação valente, ao sul

Odeleite Cabeça do dragão azul

Chamava-se nininho Fazia-se de anjinho E roubava (roubava) Roubava o que queria E ainda  sorria E eu deixava (deixava)   E desde então se lembro o seu roubar É só para avisar Que nunca tinha havido outro em Portugal E em vez de protestar Eu queria acreditar Que isto podia não acabar mal   Batia o coração mais forte que a razão E eu deixava (deixava) E via o ladrão Sacar-me o meu pão E eu deixava (deixava)   E desde então se lembro o que roubou É só (...)