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Rua dos bobos

por Naçao Valente, em 26.03.11

É assim que vejo Portugal neste momento:

 

A CASA

 

 DE VINÍCIUS DE MORAIS

 

 

 

De: marquesbenedito | Criado: 28 de Abr de 2010

 

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publicado às 21:16

O senhor comédia

por Naçao Valente, em 16.12.10

 

 deadline.com

Tudo o que nos faz rir neste mundo cheio de sisudez e excesso de dramatismo, merece um lugar na galeria da saúde mental. O riso liberta-nos do arrivismo dos políticos, do pessimismo dos velhos do Restelo, livra-nos da psiquiatria, afasta-nos da psicologia...

 

Blake Edwards, a quem devemos duas décadas de boa disposição, deixou hoje de rir ou quem sabe, talvez continue a rir-se, onde quer que esteja, de um mundo que se leva  demasiado a sério. 

 

O legado que deixa para estas e outras gerações, é um contributo fundamental de quem prefere o lado simples e despreocupado da vida, como o inspector Closeau  (Peter Sellers), da Pantera Cor de Rosa.

 

MG

 

 

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publicado às 19:13

Bigemot

por Naçao Valente, em 28.10.10

Este veio da Rússia com amor:

 

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publicado às 22:42

INterdito a menores-mulher na democracia

por Naçao Valente, em 13.09.10

Não há pior dia que a segunda-feira. Depois de um dia de descanso o trabalho. Mas eu gosto de fazer segunda de sapateiro ou seja dar folga às solas. Nestes entretantos sobrou-me em indolência o que me faltou em  insolência. Fica para um dia mais preenchido. Mas nesta lazeira sapateiral vieram-me à memória os gloriosos tempos do Processo Revolucionário em Curso. Aquilo é que era alegria, aquilo é que era esperança, aquilo é que era sonho, aquilo é que era generosidade; aquilo é que era ilusão. E prefiro mil vezes essa iludida ilusão que esta ilusão iludida do nosso prestigiditador-mor. Adiante: no meio deste emanrahado de pensamentos gastos pelo tempo e pela mediocridade, saltou-me das profundezas do arquivo mental  um poema pouco conhecido do Zeca e que simboliza esses tempos de ingenuidade revolucionária. Chama-se Teresa Torga. Se conhece recorde-o. Se não conhece vale a pena conhecer:

 

MG

 

"TERESA TORGA"

No centro da Avenida
No cruzamento da rua
Às quatro em ponto perdida
Dançava uma mulher nua

A gente que via a cena
Correu para junto dela
No intuito de vesti-la
Mas surge António Capela

Que aproveitando a barbuda
Só pensa em fotografá-la
Mulher na democracia
Não é biombo de sala

Dizem que se chama Teresa
Seu nome é Teresa Torga
Muda o pick-up em Benfica
Atura a malta da borga

Aluga quartos de casa
Mas já foi primeira estrela
Agora é modelo à força
Que a diga António Capela

Teresa Torga Teresa Torga
Vencida numa fornalha
Não há bandeira sem luta
Não há luta sem batalha

 

   José Afonso

 

Mas se prefere a versão musicada  aqui está e não receei ser feliz...

 

 

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publicado às 22:05

Memória histórica - Handel

por Naçao Valente, em 14.04.10

 

 

George Friedrich Händel nasceu em 1685 e morreu em 14 de Abril de 1759. Queria ser músico mas o pai exigiu-lhe que estudasse direito. O seu talento como organista e cravista levaram-no pelo caminho musical. Primeiro na Alemanha e mais tarde em Inglaterra. Aí acabaria por se tornar o principal músico da corte de George I e chegou a naturalizar-se inglês. Compôs oratórios, cantatas, concertos e óperas. A sua música evoca os salões barrocos em que viveu

.” nos seus anos finais sua fama foi novamente consolidada; quando morreu foi enterrado com honras na Abadia de Westminster, um privilégio reservado às grandes figuras da história inglesa, e se lhe ergueram um monumento. Os obituários foram eloquentes: Händel foi celebrado como um dos grandes organistas e cravistas de sua geração, foi chamado de "divino" e "miraculoso",

Handel viveu da música e para a música, único casamento da sua vida. De origem humilde  utilizou muitos dos seus rendimentos para apoiar instituições de apoio social. Partiu o homem, ficou a obra, património de todos os que procuram a felicidade para além do materialismo que domina os nossos dias.

MG

 

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publicado às 20:07




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