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O senhor cinema

por Naçao Valente, em 02.04.15

humorgrafe.blogspot.com

 

Podemos não gostar dos seus filmes por achar que lhes falta acção. Podemos não nos empolgar com as suas histórias algo intimistas. podemos aborrecer-nos com os seus longos planos. Mas o certo é que Manoel de Oliveira é o senhor cinema.

 

Embora a origem do cinema português se encontre no século XIX com Aurélio Paz dos Reis,  o início da ficção cinematográfica começa com a curta metragem, O rapto da actriz, realizada em 1907. Manuel de Oliveira nasceu em 1908 e completou cento e seis anos, aproximadamente os mesmos que a ficção cinematográfica em Portugal e nesse sentido confunde-se com a sua história.

 

 Quando em 1942 se estreou Aniki Bóbó, um fracasso comercial na época da sua estreia, mas que viria a transformar-se num clássico do cinema, o realizador experimental não passava de um ilustre desconhecido. A sua persistência resistiu a altos e baixos. Paulatinamente e sem vedetismos foi impondo o seu estilo, alheio a preocupações, rejeições e críticas.

 

 A sua longa carreira está recheada de filmes e documentários reconhecidos mundialmente.  Oliveira o mais velho realizador em actividade, fechou a lente da sua câmara, mas a máquina de produzir ilusões continuará com outros protagonistas, e a sua obra é desde já  um marco na cinematográfica mundial. Longa vida à sua obra e à sua Singularidade.

MG

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publicado às 19:36

O senhor cinema

por Naçao Valente, em 11.12.10

humorgrafe.blogspot.com

 

Podemos não gostar dos seus filmes por achar que lhes falta acção. Podemos não nos empolgar com as suas histórias algo intimistas. podemos aborrecer-nos com os seus longos planos. Mas o certo é que Manoel de Oliveira é o senhor cinema.

 

Embora a origem do cinema português se encontre no século XIX com Aurélio Paz dos Reis,  o início da ficção cinematográfica começa com a curta metragem, O rapto da actriz, realizada em 1907. Manuel de Oliveira nasceu em 1908 e completou cento e dois anos, aproximadamente os mesmos que a ficção cinematográfica em Portugal e nesse sentido confunde-se com a sua história.

 

 Quando em 1942 se estreou Aniki Bobo, um fracasso comercial na época da sua estreia, mas que viria a transformar-se num clássico do cinema, o realizador experimental não passava de um ilustre desconhecido. A sua persistência resistiu a altos e baixos. Paulatinamente e sem vedetismos foi impondo o seu estilo, alheio a preocupações, rejeições e críticas.

 

 A sua longa carreira está recheada de filmes e documentários reconhecidos mundialmente. Quando Oliveira o mais velho realizador em actividade, fechar a lente da sua câmara, a máquina de produzir ilusões continuará com outros protagonistas, mas a sua obra é desde já  um marco na cinematográfica mundial. Longa vida ao centenário mestre e à sua Singularidade. 

 

 

 

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publicado às 22:40




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