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Lágrimas de crocodilo

por Naçao Valente, em 07.09.11

Portugal precisa de um novo 25 de Abril na economia

Francisco Louçã afirmou este sábado que o governo do PSD/CDS-PP está a levar a cabo um verdadeiro " assalto fiscal” e que é necessária “uma política de justiça fiscal para que todos possamos ter a capacidade de usar a economia para aquilo que ela não está a fazer, criar emprego”.

 

 

O BE diz cobras e lagartos do novo governo. O BE chora baba e ranho pelas malfeitorias e falta de sensibilidade social do governo PSD/CDS. Lágrimas de crocodilo. Então o BE não previa que isso ia acontecer quando se juntou à direita para derrotar o PEC IV de Sócrates. Então o BE não tinha consciência que derrubar o governo socialista significava entregar o poder a Passos Coelho? Ignorância ou pura hipocrisia?

 

MG

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publicado às 22:12

Sobredotado

por Naçao Valente, em 11.04.11

 

O Louçã não gosta do FMI. Eu também não. O Louçã acha que a melhor maneira de resolver o financiamento do Estado e dos cidadãos é tirar dinheiro aos financeiros, vulgo assaltar bancos. Eu concordo com a condição de levarem o dos banqueiros e o  dele.

 

 Mas, agora, para além desta ideia peregrina, teve uma outra, talvez, bem mais interessante. Diz ele, no seu tempo de antena, que devíamos ir buscar o pilim que começa a escassear, à economia paralela e aos offshores.

 

Aceito, se me explicar como o vai fazer. Se conseguir de uma forma convincente, que não seja apenas blá, blá, mostrar preto no branco como se realiza esse milagre, tem a minha eterna gratidão e o meu total apoio, porque acho que ainda é mais difícil que tirar o pecado do mundo.

 

MG

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publicado às 19:07

Louçã é, do ponto de vista político, uma inutilidade, o PSR, perdão o Bloco de Esquerda(?) um embuste - Louçã é o Bloco e o Bloco é Louçã.
O trotskista Louçã que teve o percurso anti-comunista(PCP) de outros jovens, que procuravam afirmar-se fora do monolitismo estalinista, soube pacientemente e com inteligência ir criando o seu espaço, como político irrevente e marginal. Possuidor de uma boa oratória e num discurso aparentemente jovem e modernista foi ganhando o apoio de franjas descontentes do eleitorado de esquerda e o púlpito da comunicação social.
O voto destes eleitores acaba por ser do ponto de vista prático um voto inútil, por cinco grandes razões:

Primeiro: é um voto num não-projecto exequível e sustentado.
Segundo: é um voto numa retórica falaciosa e cinicamente escondida atrás de de um discurso de falsa pureza a favor dos mais desfavorecidos.
Terceiro: é o voto  negativo das corporações eventualmente prejudicadas por
medidas correctoras em favor do interesse geral.
Quarto: é o voto perdido dos perdidos, à direita e à esquerda, dos mal esclarecidos, dos receptivos a cantos de sereia.
Quinto:é o voto dos anti-comunistas primáros receosos de votar no estalinismo de cara destapada.

O bloco que nem é bloco, nem é de esquerda é antes como um albergue espanhol .Estalinistas(leia-se fascismo de esquerda) e trotsquistas(leia-se fascistas de esquerda derrotados por Estaline)aliam-se para mamar na porca da política.(Bordalo)

O que fizeram o bloco e Louçã por Portugal. Atrevo-me a dizer : nada.
O que fizeram o bloco e Louça pels desempregados : nada.
O que fizeram o bloco e Louçã pelos explorados(palavra cara à pseudo-esquerda): nada

Pergunto:
Quantos empregos ajudaram a criar? Quantos jardins de infância têm no seu currículo?
Quantos hospitais construiram? Quantas escolas modernizaram? Quantos lares da terceira idade abriram...de concreto, nada.

O que sobra da sua acção? Algumas bandeiras fraccionantes? a denúncia de alguns casos de corrupção propositadamente isolados e retirados do seu contexto? A assunção de uma moralidade made in diácono Remédios e de uma prática sindicalista sem sindicato e sem sindicalizados?

O que pretendem Louçã e o bloco: Mais uns empregos para os seus acólitos? O enfraquecimento da esquerda moderada responsável, embora não isenta de erros? A entrega do poder à direita mais conservadora?

Uma coisa sei. Quem poderá ter de pagar a factura do embuste Louçã/Bloco ou vice-versa, é o país, o seu desenvolvimento, o bem-estar dos seus cidadãos. Não serão certamente os imaculados bloquistas. Esses continuarão,candidamente, sentados nas poltronas da sua irresponsabilidade.

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publicado às 11:34




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