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A verdade é só uma....

por Naçao Valente, em 12.03.14

A narrativa foi construída com todos os detalhes. Os sacrifícios resultaram. Os portugueses empobreceram e ainda hão empobrecer mais, mas o país está melhor. A troika comemora. Os mercados rejubilam. O Presidente da República promete apenas mais vinte anos de austeridade a bem da nação. As eleições estão à porta. No meio de tanta euforia programada alguém põe uma pedrinha na engrenagem. Um manifesto de longo espectro defende que há um caminho alternativo ao empobrecimento. Cai o Carmo e a Trindade. Vejam só, andam para aí uns antipatriotas a sabotar este sucesso anunciado: Bagão Félix, Manuela Ferreira Leite e outros. E ainda há uns velhinhos do Restelo com um tal Adriano Moreira a pôr em causa tão heróica gesta. Como se atrevem. A verdade é só uma, a do governo e mais nenhuma.

 

 

 

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publicado às 22:24

Tempo e respeito

por Naçao Valente, em 30.04.13
 

Queremos tempo e respeito.

 

         Rubalcaba (PSOE) no Congresso do PS

 

 

A dívida não pára de crescer. Não pára nem parará enquanto persistir esta política de austeridade que está a destruir a economia. Sem o crescimento da economia não se geram receitas. Sem receitas não há dinheiro para pagar um cêntimo da dívida. Os parcos recursos gerados são absorvidos pelos juros. A divida é um monstro insaciável. Precisamos e inverter o caminho. Precisamos de investir na economia, acumular riqueza, criar emprego, dinamizar o mercado. Só assim passará a haver meios para começar a diminuir a divida. Até lá precisamos de tempo, de escalonamento de juros suportáveis a longo prazo. Doutra forma nunca pagaremos aos credores. Quem não quer entender isto? Como diria Sherlock Holmes, elementar meu caro Watson.

 

O tempo que nos recusam está intrinsecamente ligado a falta de respeito. De facto os países europeus da UE à boleia de uma crise financeira especulativa arranjaram um bode expiatório. Os países preguiçosos do Sul. Há nesta atitude o renascer do espírito xenófobo, da superioridade laboriosa. Manipulando em seu proveito os mercados empurraram estes países para becos sem saída cortando-lhe o crédito, para depois os explorarem. Não Têm pejo em causar desemprego, fome e miséria. Como nas grandes lutas operárias contra o capitalismo do século passado são os países do "proletarizados" do Sul que precisam de se unir e lutar contra aqueles que se arvoram em seus opressores, Pela nossa dignidade, pelo nosso treabalho, pela nossa cultura, pela nossa história, merecemos respeito.

 

MG

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publicado às 22:47




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