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Nação valente, ao sul

Odeleite Cabeça do dragão azul

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08 Abr, 2015

A idade do pombo

Às idades tradicionais da vida, a saber, infância, adolescência, adulta, sénior, deve-se acrescentar a idade do pombo. Embora seja específica da referida ave também se pode associar à espécie humana. De facto, todos nós, uns mais que outros, temos uma tendência natural para fazer merd@. E essa prática é independente de outras idades, de sexo, religião e estatuto social. Veja-se a título de exemplo alguns monarcas da nossa dinastia que a fizeram e da grossa: o rei D. Fernando na primeira dinastia; D. Sebastião na segunda, e D. Miguel na quarta. Omito, propositadamente, a terceira, porque esses não eram nossos, nem tenho distanciamento, por razões patrióticas, para avaliar com rigor.

A idade do pombo atacou forte no dia das últimas legislativas (já atacara nas presenciais).Mais de um milhão de cidadãos votantes fizeram uma boa merd$, quando entregaram os destinos do país, a um bando de gente, cuja vocação é fazê-la. Ou porque não sabem fazer mais nada, ou porque gostam de a fazer. O certo, é que nos últimos quatro anos, vivemos dentro de uma autêntica ilha de esterqueira, rodeados de merd@ por todos os lados. E o que me angustia é que os seus autores a fazem, gostam de a fazer e ainda se vangloriam.

E vamos ver se nas próximas legislativas (e presidenciais) nos livramos deste reino cavernoso da idade do pombo. É que o cheiro da merda tem sido promovido, por esta gente merdosa, como uma panaceia para os nossos males. E o que me intriga (pasme-se!) é que há quem acredite. E até há quem tenha vendido a sua alma, em troca da permanência eterna na idade do pombo. 

MG

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