Não sou indivíduo de emprenhar pelos ouvidos. Antes pelo contrário. Portanto declaro que sou povo, mas não me revejo no povoléu que toma como verdades, insinuações/condenações propaladas por certos meios de comunicação social, de que o Correio da Manha é o paradigma. Por isso vou tratar o assunto com pinças.
O que se sabe, pela informação que circula, é que o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, cometeu eventual ilícito, quando exerceu funções de deputado. A ser (...)
Vivemos numa Páscoa permanente. O senhor dos Passos continua na sua caminhada para o calvário. Mas ao contrário de há dois mil anos em que o Senhor carregou os pecados da humanidade e por eles foi sacrificado, este senhor carregou-nos a todos com uma cruz que vamos arrastando penosamente. Pôs na nossa cabeça, não na dele, uma coroa de espinhos. Obriga-nos a caminhar exaustos debaixo do chicote dos seus centuriões. Humilha-nos com a hipocrisia dos seus fariseus. Pilatos no seu (...)
Passos Coelho tem um lugar garantido na História. Não o terá como governante lúcido, honesto e competente que não é. Muito menos o obterá como grande estadista que nunca será. Também não ganhará esse lugar por ter destruído em tempo recorde o débil tecido económico português com todas as consequências que se conhecem.
A História recordá-lo-á como inventor de tiradas anedóticas sem sentido e sem nexo. Quem não se lembra do "temos de empobrecer", do "vivemos (...)
A Constituição da República é a mãe de todas as leis. O Tribunal Constitucional tem constitucionalmente o poder de verificar o cumprimento das leis. É assim desde que a democracia se institucionalizou. Não me lembro de grandes conflitos entre o TC e o poder político, durante o período democrático, até chegar o governo Passos Coelho/Portas. As diversas inconstitucionalidades praticadas pelo actual governo provam que não respeita a Constituição. O que significa que pretende (...)
Democracia é o poder do povo. O povo exerce, formalmente, o seu poder em eleições. O povo com direito de voto, cidadãos maiores de dezoito anos, elege os seus representantes para os órgãos do Estado. Esta delegação de poderes assume para alguns os autores políticos uma declaração total de soberania, isto é o direito de fazerem, em linguagem popular, o que lhes dá na real gana. Mas mesmo do ponto de vista meramente institucional não deve ser assim. Todos órgãos de poder (...)
Voltei, voltei
Voltei do irrevogável
Ainda ontem me demiti
E hoje já sou ministeriável
Vale mais vice primeiro
Do que Paulo o ano inteiro
Volte, voltei
Voltei da embirração
Ontem traí o governo
E hoje salvei a nação
Só eu sei o que sofri
Estando fora do lugar
E ao Senhor (?)tanto pedi
Que me deixasse voltar
E agora já estou aqui
E até fui promovido
Só inda não percebi
Quem é que vai ser fodido
Voltei, voltei
Voltei sem ir
Ainda ontem (...)
iiiimagem Sapo Santos Pereira ri das previsões de Gaspar O ministro Gaspar tem página garantida no Guiness. Apostou todo o seu prestígio nas previsões e perdeu. Culpa sua ou do excel nunca acertou uma. E pelo andar da carruagem nunca vai acertar. Nem no Governo o levam a sério. Tanto assim que já substituíram as suas previsões pelas do Borda D'Água. Podem não estar sempre certas mas de quando em vez andam lá perto. Consta que agora todos os ministros trazem um Borda (...)
g1 globo.com O homem do leme não tem medo. Disse-o ontem, numa reunião de fiéis seguidores. Não tem medo de perder eleições, nem medo dos portugueses e do seu julgamento. Ter medo faz parte da natureza humana e da natureza de todos os animais. O medo baliza comportamentos, refreia atitudes, impõe limites. Um mundo sem limites é o caos total. É a ausência de civilização. O homem que dirige o barco, ao não ter medo, não tem limites. Bate certo. Não tem limites na (...)
Todas as evidências comprovam que governo português não joga com o baralho todo. É um baralho com muitos duques e sem um único ás. Tem apenas um rei de copas mas que não reina. Quem reina, de verdade, é um Joker infiltrado no baralho, como um cavalo de Trói(k)a, que passa o tempo a dar cheque ao rei. Também tem um cavaleiro de pau andante que raramente pára no mesmo sítio, isto é, tanto está fora como está dentro do baralho. Enquanto anda na sua missão de agente duplo, (...)
"Despedir-se ou ser despedido não tem de ser um estigma tem de representar, também uma oportunidade para mudar de vida. O programa de rescisões por mútuo acordo( com os funcionários públicos) deverá ser encarado como uma oportunidade e não como uma ameaça". Quem pronunciou estas palavras? Um empresário, um lunático, um ideólogo? Nenhum deles. Foi nem mais nem menos que o Primeiro-ministro Passos Coelho,respectivamente em Maio de 2012 e Março de 2013. Estas afirmações (...)