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Nação valente, ao sul

Odeleite Cabeça do dragão azul

Nação valente, ao sul

Odeleite Cabeça do dragão azul

 
Charlie Chaplin
Charlie Chaplin caracterizado como O Vagabundo.
Nome completoCharles Spencer Chaplin Jr.
Nascimento16 de Abril de 1889
Londres, Inglaterra
 Reino Unido
Falecimento25 de Dezembro de 1977 (88 anos)
Corsier-sur-Vevey,[1] Suíça
OcupaçãoActor, director, produtor, roteirista, compositor e mímico
CônjugeMildred Harris (1918-1920)
Lita Grey (1924-1928)
Paulette Goddard (1936-1942)
Oona O'Neill (1943-1977)
Atividade1895-1976[2]
Página oficial
IMDb

Apesar dos filmes "falados" se tornarem o modelo dominante logo após serem introduzidos em 1927, Chaplin resistiu a fazer um filme assim durante toda a década de 1930. Ele considerava o cinema uma arte essencialmente pantomímica. Ele disse: "A acção é geralmente mais entendida do que as palavras. Assim como o simbolismo chinês, isto vai significar coisas diferentes de acordo com a sua conotação cênica. Ouça uma descrição de algum objeto estranho — um javali-africano, por exemplo; depois olhe para uma foto do animal e veja como você fica surpreso".

 

 

 

Mais palavras para quê? Câmara acção...

 

 

 

 

De tempos em tempos, o Céu nos envia alguém que não é apenas humano, mas também divino, de modo que através de seu espírito e da superioridade de sua inteligência, possamos atingir o Céu. Giorgio Vasari

  

Foi pintor escultor, arquitecto, cientista. É a imagem do homem perfeito dessa época áurea da história da humanidade que se chamou Renascimento. Aqui, depois de um periodo obscuro e  conturbado, renasce a esperança numa nova sociedade, caldeada na fusão do humanismo cristão com o classicismo da antiguidade. Renasce a esperança num homem mais culto, mais solidário, mais aberto ao progresso. Renasce a esperança num mundo de paz e de harmonia. A esperança  de que  do fruto desta semente  se forme uma mentalidade que progressivamente substitua a "barbárie pela civilização". Leonardo, nasceu em 15 de Abril de 1452 e seguir o seu exemplo é a melhor homenagem que lhe podemos prestar.

MG

 

 

 

George Friedrich Händel nasceu em 1685 e morreu em 14 de Abril de 1759. Queria ser músico mas o pai exigiu-lhe que estudasse direito. O seu talento como organista e cravista levaram-no pelo caminho musical. Primeiro na Alemanha e mais tarde em Inglaterra. Aí acabaria por se tornar o principal músico da corte de George I e chegou a naturalizar-se inglês. Compôs oratórios, cantatas, concertos e óperas. A sua música evoca os salões barrocos em que viveu

.” nos seus anos finais sua fama foi novamente consolidada; quando morreu foi enterrado com honras na Abadia de Westminster, um privilégio reservado às grandes figuras da história inglesa, e se lhe ergueram um monumento. Os obituários foram eloquentes: Händel foi celebrado como um dos grandes organistas e cravistas de sua geração, foi chamado de "divino" e "miraculoso",

Handel viveu da música e para a música, único casamento da sua vida. De origem humilde  utilizou muitos dos seus rendimentos para apoiar instituições de apoio social. Partiu o homem, ficou a obra, património de todos os que procuram a felicidade para além do materialismo que domina os nossos dias.

MG

 

 Princesa Imperial D. Isabel 

 

A 13 de Abril de 1888 foi abolida a escravatura no Brasil. O decreto de abolição-lei Áurea- foi assinado pela princesa Isabel,regente em nome de D. Pedro II, após ter sido  aprovada pela Câmara e pelo Senado.Culminou um longo processo de luta dos abolicionistas e o reconhecimento final dos princípios do liberalismo : liberdade, igualdade e fraternidade. A escravatura foi formalmente abolida em todo o mundo, mas assumiu posteriormente formas mais sofisticadas e que exprimem a continuação da exploração encapotada dos mais fracos e desprotegidos. O princípio cristão do amor ao próximo ainda não está enraizado na mente do homem do século XXI, nem conseguiu ainda modificar o lado mais negro da natureza humana.

MG

Esta é a história do homem que liderou uma revolução e venceu-a, esta é a história do homem que apostou na independência de Portugal e conseguiu-a, esta é a história do homem que  nasceu para ser monge e foi rei.

Teve como progenitores D.Pedro I, o cruel ou o Justiceiro e D. Teresa Lourenço. Foi Mestre da Ordem Militar de Avis e Regedor e Defensor do Reino após a reunião no Mosteiro de S. Domingos. Por vários acasos da História, a morte do irmão e rei D.Fernando, a aclamação da sobrinha D. Beatriz, casada com o rei de Castela, a possibilidade da perda da independência, foi escolhido para liderar a oposição ao processo hegemónico de Castela.

Com o apoio da burguesia e contra a alta nobreza assumiu o comando da revolução em 1383. Vencedor no campo de batalha (Aljubarrota) e vencedor no campo jurídico (Cortes de Coimbra) foi eleito pelo povo nas ruas. Garantiu a independência perante Castela e lançou as bases de uma nação valente e imortal.

Iniciou a transformação de uma pequena e periférica região da Península Ibérica num país com raízes em todos os continentes. D. João I nasceu a 11 de Abril de 1357  e foi rei de Portugal com o cognome de rei de Boa- Memória. A pátria deve-lhe gratidão eterna.

MG

No dia 10 de Abril de 1918 as tropas portuguesas que defendiam a frente em La Lys cederam à ofensiva alemã começada no dia anterior.

As tropas do Corpo Expedicionário Português, cansadas e desfalcadas, resistiram até ao limite, em condições bastante difíceis e evitaram que a bem organizada ofensiva alemã, conseguisse o seu principal objectivo: atravessar o rio Lys.

Em mais um aniversário da quase mítica batalha de La Lis recordo a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial e sugiro a leitura do  livro de investigação histórica “Das trincheiras com Saudade” e do romance “Cruz de Portugal”.

MG

 

 

Excerto

"Tenho uma história para vos contar, mas não sei por onde começar. Eu devia andar pela idade de atirar pedras aos pardais quando a República tomou conta do meu país. A partir daí nunca mais tive descanso. O meu pai enfiou comigo numa quinta, a trabalhar que nem um mouro para me tornar republicano, e depois mandou-me para Lisboa, para estudar e me tornar merceeiro. E o meu governo mandou-me para um quartel em Tavira, para me tornar soldado, e depois despachou-me para França, para as trincheiras da Grande Guerra, onde vivi o Inferno"


Sinopse:

«De noite é que é o inferno. […] os telefones retinem, os estafetas põem-se a andar e o S.O.S. sobe ao céu, no vinco luminoso dos very-lights […] até que se apagam e o mundo é apenas escuridão. […] Ouve-se o crac-crac das metralhadoras que o boche despeja e que nós despejamos. E transida, bafejando as mãos, sem sono, a gente escuta o ecos e o nosso coração doente como um velho relógio tonto oscilando entre a saudade dos que estão longe e a ideia de morrer ali, armado e equipado, sonolento e triste, com um cão sem forças.»

Albino Forjaz Sampaio, oficial português na Flandres.

 

 

04 Abr, 2010

Memória histórica

D. Maria II nasceu a 4 de Abril de 1819. Assumiu o trono em 1834 e reinou até 1853,  num dos periodos mais conturbados da história de Portugal, a implantação do liberalismo.É um período de golpes e contra-golpes, revoluções e contra-revoluções, como a revolução de Setembro, a revolta dos Marechais, a Maria da Fonte e a Patuleia.

 Durante o seu curto reinado procurou , sempre, conduzir a nação pela  via  dos valores das revoluções liberais. Apesar de todas as dificuldades, deixou um país mais desenvolvido e mais estável com o início do período da Regeneração. Além de uma boa rainha, uma portuguesa livre, dedicada e valente.

MG

02 Abr, 2010

Ser português

 

 Considero-me um cidadão do mundo, mas orgulhosamente português.

 Ser português é ser diferente porque caldeado na diversidade de uma genética multicultural.

 Ser português é dominar meio mundo e continuar a ser modesto, tolerante, solidário e agregador de povos e culturas.

 Ser português é ousadia, é aventura, é remar contra pessimismos e velhos do Restelo.

 Ser português é aceitar diferenças: étnicas, religiosas, culturais.

 Ser português é, como as árvores milenárias, ter raízes profundas, espalhadas pelos cinco continentes e ser eterno.

A minha pátria é a língua portuguesa, disse Pessoa. Para todos os falantes desta nação multirracial, estejam onde estiverem, Saravah

MG

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