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Construtores de muros

por Naçao Valente, em 22.01.17

Trump foi eleito como presidente dos Estados Unidos, contra todas as perspectivas e previsões. As razões desta eleição imprevisível têm sido abundantemente dissecadas. De todas as justificações uma conclusão se pode tirar: o candidato Trump conseguiu cavalgar o descontentamento de eleitores, desiludidos com aquilo que se chama globalização, apimentando-o com uma campanha populista e cheia de demagogia. Acrescem manobras obscuras de acordo com suspeitas levantadas por serviços de informação. Seja como for, a história faculta-nos exemplos de eleição de cidadãos sem competência para tão altas funções. Lembro o caso paradigmático da eleição de Hitler, que se aproveitou da irracionalidade dos votantes, num período de grande instabilidade.

É por demais evidente que Trump não tem qualificações para estar à frente do país mais poderoso do mundo. Daí que dentro e fora de portas esteja a gerar grande perplexidade. Sabe-se que está limitado pela Constituição e pelos órgãos parlamentares, mas olhando para as atitudes da personagem e pela equipa que o acompanha, as nuvens escuras continuam no horizonte.Mas pode Trump construir os muros que promete que, também como a história nos mostra, acabarão por ser derrubados. Trump, na sua ignorância, pode isolar-se na sua torre de marfim e causar perturbação e sofrimento, mas o mundo global que começou a construir-se com a expansão portuguesa, é irreversível. Como outros construtores de muros, Trump passará e o mundo continuará livre. O que é perturbável é que depois de tantos muros construídos e derrubados, ainda haja quem não tenha aprendido a lição e continue a acreditar na conversa fiada dos populismos.  

 

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Expliquem-me como se eu fosse muito burro

por Naçao Valente, em 09.10.13

Eu peço aos economistas, analistas, comentadores que consideram a austeridade uma escola de virtudes, o empobrecimento uma obrigação, que ponham os olhos na situação actual dos Estados Unidos da América. Eu solicito aos defensores da expiação dos portugueses porque consumiram acima das suas possibilidades, porque como cigarras gastam o que não produzem, que vejam com olhos de ver o que se passa na maior economia do mundo. Eu sugiro aos obcecados do deve e haver que adoram, como bezerros de ouro, os sacrossantos mercados que observem o momento que se vive no país mais rico da terra. Eu digo aos criadores da narrativa de que Portugal estava na bancarrota para escancararem a porta da nossa soberania aos usurários, que meditem sobre o que se passa no país que usa pouca da sua riqueza para apoio social.

 

Os poderosos e ricos EUA estão há dias sem Orçamento, à beira do incumprimento, num possível caminho da bancarrota se não houver bom senso. E porquê? Por falta de produção, por consumirem demasiado, por gastarem acima das suas possibilidades, por não terem recursos para cumprir os seus compromissos, em suma por falta de riqueza? Se não o é, como me parece, peço aos nossos tele-evangelistas da expiação dos portugueses que me expliquem porque é. E se não é pedir muito, que me expliquem como se eu fosse muito burro.

 

 

MG

 

 

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Apagão

por Naçao Valente, em 01.10.13

Obama que se saiba não é nenhum perigoso esquerdista. É apenas um democrata com sensibilidade social. Quer que uma faixa da população que não pode pagar seguros de saúde, não fique sem protecção nesta área. Contra os conservadores do seu país aprovou o programa chamado Obamacare que entrou hoje em vigor. É uma justa conquista do povo americano que já está banalizada nos países ocidentais. Não faz sentido que o país mais rico do mundo não tenha até agora atribuido esse direito aos seus cidadãos. A hipocrisia dos republicanos é própria de uma mentalidade medieval. A chantagem que estão a fazer sobre o governo Obama cancelando o seu financiamento para adiar o Obamacare, não é digna de seres humanos evoluídos. É gente que ainda vive no Far West. Eles é que mereciam ser apagados. Teríamos um mundo melhor.

 

MG

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Música

por Naçao Valente, em 11.07.11
Notas iniciais de Rhapsody in Blue.

 

 Quem não conhece esta cena do filme Um americano em Paris? Ganhou com toda a justiça direito a figurar nos anais do cinema. E representa uma época áurea da chamada sétima arte, quando esta arte da evasão e do entretenimento era um espectáculo colectivo com capacidade de reunir pessoas num mesmo espaço para dar corpo ao sonho e à fantasia.

 

Foi protagonista desta fita Gene Kelly conhecido pelos seus dotes de representação. Mas nem todos devem conhecer o compositor desta música e de muitas outras composições quer na área do musical, quer o campo da música clássica. Trata-se de George Gershwin, nascido Jacob Gershowitz, (Brooklyn, Nova Iorque, 26 de setembro de 1898Hollywood, Califórnia, 11 de julho de 1937), simplesmente.

 

Gene Kelly- I'm singing in the rain

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Quem diria?

por Naçao Valente, em 26.05.11

 EUA À BEIRA DO INCUMPRIMENTO

 

 

O governo americano ultrapassou o limite legal da dívida, fixado em 14,3 biliões de dólares (€10,1 biliões), há precisamente nove dias.

 

 Diário económico

 

Será culpa do Sócrates?

 

MG

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