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A campanha para as presidenciais não anda, arrasta-se, perante a indeferença quase geral. Dez candidatos sem gosto vão debitando generalidades. Um bocejo. Para além das candidaturas folclóricas que não se percebe ao que vêm, há as rigorosamente partidárias para unir as suas hostes, mas pouco. Sobram três candidatos  com alguma expressão.

Se quisermos atribuir um cognome a cada um deles na ordem que as sondagens os colocam, Marcelo aparece como o Contorcionista, sempre de acordo com tudo e com todos. Consegue ser e não ser ao mesmo tempo. Num tom coloquial fala de tudo e nada, sem dizer seja o que for. Com o discurso vazio nunca se compromete.

Sampaio da Nóvoa mal ainda chegou já está a ser ostracizado. É uma espécie de Apóstata, colocado fora do mundo da política partidária, pelos seus pares e vários comentadores. Teve a ousadia de se intrometer nesse mundo sem ter currículo, isto é sem ter percorrido o calvário da tarimba partidária. Não se viu nas jotas, nem nas andanças dos pequenos e grandes cargos, com o amén dos partidos, logo não tem a legitimidade, para ser candidato.

Maria de Belém arrancou para a candidatura, nas costas de Costa e contra Costa, como testa de ferro da oposição interna e com o apoio dalguns velhos "barões do PS. Daniel Oliveira chamou-lhe a Sonsa. De facto opondo-se a Marcelo, acaba por ser mais uma opositora da esquerda, principalmente de Sampaio da Nóvoa. Recorrendo muitas vezes à baixa política, atacando adversários no seu carácter é o exemplo de quem não tem estatura para o cargo, apesar do seu longo currículo partidário.

Se Marcelo, um eterno perdedor, ganhar, como dizem as sondagens, consegue-o graças ao  albergue espanhol, que são estas Presidenciais e que Marcelo conseguiu transformar num não-acontecimento. Por este caminho e perante esta indiferença geral, descredibiliza-se a Presidência e a República. Porque não se repõe a Monarquia?

MG

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