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Capitalismo XXI

por Naçao Valente, em 20.12.15

 

Do blogue"Defender o Quadrado"

 

"Vale a pena fazermos uma reflexão profunda sobre vários dogmas que têm sido o corolário do centro político desde a queda do muro de Berlim. A ideologia comunista demonstrou na prática o tipo de sociedade totalitária, desigual, violenta, desumana e subdesenvolvida que criou. Mas a nova ideologia capitalista que subsistiu liberta da concorrência comunista, com o embuste da auto-regulação dos mercados, da concorrência e da globalização está a produzir uma sociedade violenta, desigual, subdesenvolvida e desumana, e também a caminhar para regimes distantes da democracia participativa e representativa, como se prova pela forma como a própria União Europeia tem lidado com os problemas dos países e das economias periféricas, induzindo se não mesmo impondo soluções governativas à revelia dos povos.

 

Um dos assuntos que nos deveria fazer pensar, sem preconceitos ideológicos, é a existência de um sector bancário privado que não se pode reger pelas leis do mesmo porque, ao contrário de qualquer outra actividade - farmácias, supermercados, escritórios de advogados, sapatarias, etc.. - não pode falir, sob pena do seu efeito se propagar a toda a economia, tendo o Estado que assumir os prejuízos.

 

Então, porque é que não se nacionaliza a banca? Por muito retrógrado e/ ou revolucionário que esta ideia pareça, não seria o mais lógico? Ou o Estado só vale quando tem que salvar os vários bancos que, ao longo de tanto tempo, distribuem dividendos aos seus accionistas mas não podem absorver as suas dívidas e as suas falências?

 

E que tal começarmos a abrir as janelas para arejar as ideias, soprar o pó, varrer as teias de aranha e alterar a decoração das nossas mentes?"

Sofia Loureiro dos Santos

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