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Chapeus há muitos

por Naçao Valente, em 30.03.10

Manuel Alegre é um político, que faz poesia. Ser Alegre não é ser por Alegre. Ser Alegre é um estado de espírito. Ser por Alegre é um Estado triste, que é outro estado de espírito. Alegre o político e às vezes poeta, sempre foi e creio que sempre será político.(passe a redundância) Fez carreira debaixo do grande chapeu socialista e aí ganhou a reforma dourada. Agora usa outros chapeus, bem mais afunilados e até pode dar umas dentadas no chapeu que sempre usou.É assim a liberdade. Será assim a lealdade? Será assim a coerência? Será que Maquiavel tem razão! Alegre quer ser Presidente. Mas será um Presidente Alegre? Já temos um Presidente triste, mas será bom ter um triste Presidente? Afinal "chapeus há muitos".

 

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Leituras

por Naçao Valente, em 28.03.10

 

       

 

 

 

  Porque há mais vida para além do PEC, das eleições no PSP ou das Presidenciais, hoje resolvi escrever sobre literatura. Não como analista literário que não sou, mas como simples e modesto leitor que sempre fui. E de entre outros mestres da escrita  recomendo, sem qualquer pretensiosismo, a leitura ou a releitura de Lobo Antunes e de Aquilino Ribeiro. É  um bom  exercício de higiene mental, numa época de tanta mediocridade literária e política. Parafraseando  um spot publicitário, com a devida vénia, atrevo-me a afirmar: "podia-se viver sem eles? Podia-se, mas não era a mesma coisa."

MG

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Adivinha

por Naçao Valente, em 25.03.10

 

 

 

Há um homem, comentador com tempo de antena na RTP1, que tem um ódio mortal ao primeiro-ministro. Para este iluminado Sócrates é um indivíduo pouco recomendável: mentiroso, mau carácter, usurpador de todas as liberdades. Tudo o que de mal  acontece num raio de 20.000 quilómetros quadrados tem a marca do sinistro governante: terror de criancinhas, devastador de velhinhas, predador de donzelas...e tudo o que a mente mais delirante possa imaginar.

Tem provas do que afirma? Não! Possui factos evidentes? Nem por isso? Apenas opina e ainda lhe pagam com dinheiros públicos.

Mas quem é este sapiente opinador? Deixo algumas dicas: É bem nutrido, um tanto anafado e ficava bem no filme Brilhantina.

MG

 

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Recreio 2

por Naçao Valente, em 24.03.10

 

O filósofo  Agostinho da Silva  dizia que fazia parte da indissiocrasia dos povos do sul "poetar". O trabalho estaria reservado aos povos do norte. O certo é que este pequeno país, às vezes, parece um grande recreio.E embora quase metade do país viva à conta do Estado e embora muitos achem que é normal consumir acima do que se produz, permito-me discordar.Há e sempre houve muita gente dedicada e trabalhadora. O problema é que tem sido e é mal dirigida.

O exemplo mais claro da inutilidade de cúpulas políticas é o que se passa na Assembleia da República e que me faz lembrar o Titanic: o país pode estar a afundar-se, mas os deputados continuam a dar-nos música. São comissões e mais comissões para fazer chicana política. No país real mal ou bem trabalh-se, no governo, bem ou mal, procura-se governar. Na Assembleia brinca-se aos polícias e ladrões.O país precisa de trabalho, de mais e melhor investimento, de mais e melhor produção. Só assim pode sobreviver na selva de uma economia global, cada vez mais exigente. Mas como pode o país ter uma cultura de trabalho, quando os seus deputados vivem num permanente recreio?

MG

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Dia da poesia

por Naçao Valente, em 22.03.10

 

Poesia É

 

verbo, som e odor

sabor, tempero e sal

tristeza, alegria, amor

Camões, Miranda e Quental

 

chuva, vento e sol

popa, calado e proa

bigorna, martelo, fole

Nobre, Espanca e Pessoa

 

fruto, raiz e caule

lenço, mantilha e sal

Sofia, Junqueiro e Gil

 

Cesário, Torga e Ferreira

mercado, loja e feira

uva ,parra e barril...

 

MG

 

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...

por Naçao Valente, em 21.03.10

 

 

 

"A propósito e a despropósito a canzoada morde-me as canelas. " Emídio Rangel in Correio da Manhã

 

MG

 

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Dias do pai

por Naçao Valente, em 19.03.10

 

 

Recebi do meu filho há uns anos e dedico ao meu pai, esteja onde estiver, hoje e todos os dias.

MG

 

 

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Cães na trela

por Naçao Valente, em 19.03.10

O seu a seu dono.

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O recreio

por Naçao Valente, em 18.03.10

 

Crescimento económico negativo, desemprego elevado, dívida pública a crescer, défice das contas públicas de bradar aos céus: eis Portugal 2010.

Entretanto o que fazem os deputados da nação, especialmente os da oposição: criam comissões e mais comissões para tentar provar o improvável: a existência de um plano tenebroso do primeiro- ministro para controlar a comunicação social.

Nesta nova comissão prevejo que se vá passar o mesmo que se está a passar na actual, isto é, nada de concreto.Mas esta comissão, na qual a oposição tem maioria, pode concluir o que lhe der na real gana e atirar o país para uma críse política artificial.

Assim vai a democracia lusa. Pobre  da nação que tais filhos tem.

MG

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Acerca de rolhas...

por Naçao Valente, em 16.03.10

 No Congresso (?) do PSD foi aprovada uma norma baptizada, pelo mundo político, como a lei da rolha. Para além da publicidade gratuíta às actividades de Amorim, não lhe auguro qualquer outro préstimo. Isto é, vale o que vale: nada. Esta norma não vai alterar a liberdade de expressão no PSD, nem em qualquer outro sítio. É mais um fait divers para preencher espaço na pobreza franciscana da programação informativa de alguma comunicação social. Apenas isso.

Veio agora o PS gritar aqui del-rei que foi feito um atentado à liberdade. Compreendo (ou talvez não...) esta cruzada. Com ela os socialistas pretendem sacudir a "asfixia democrática" do capote. Mas quem não deve não teme. Assim, estupidamente, entram no jogo sujo do adversário. Uma atitude com classe seria ignorar esta ofensa, apenas dirigida à nobreza da cortiça. No fundo as rolhas não mereciam esta desconsideração, na sua útil tarefa de não deixar azedar o vinho. Quanto ao azedume da nossa pobre política, já nada podem fazer.

MG 

 

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