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Coisas do dia a dia para não serem lidas

por Naçao Valente, em 30.11.09

Ao contrário de António José Saraiva,  sou provinciano. Nasci na província e tenho muito gosto nisso.

Não nasci em berço de ouro, nem frequentei os liceus do regime fascista. Aliás não estavam ao meu alcance. Comecei a trabalhar aos catorze anos e nunca mais parei.

Fiz todos os meus estudos como trabalhador-estudante e graças ao 25 de Abril, que me abriu portas, cheguei à Universidade por mérito próprio e licenciei-me em História.

Fiz a tarimba da vida, passei por muitas profissões e terminei a miha carreira como professor. Devo-o ao meu esforço, ao meu mérito, à minha inteligência. Não tive ajuda de berço, nem de qualquer posição familiar e social.

Conheci Guterres no longinquo ano de 75, quando militava no PS porque queria acabar com as injustíças de que eu própio fui um protagonista, quando vivia  em casas sem as condições básicas e ganhava salários de fome para poder enganar a mesma. Nunca conheci Sócrates ou Armando Vara, nem outros políticos provincianos, mas admiro-lhes  as capacidades e reconheço-lhe méritos na sua acção política, apesar de eventuais erros que possam ter cometido.

Acho lamentável que um director de jornal, fazedor de opinião, aproveite essas páginas para expor de forma caluniosa as suas pretensas verdades assentes em tortuosa premissas:

Os provincianos deslumbraram-se com a cidade

A cidade não deve ser para provincianos

Os provincianos que vêm para a cidade são desonestos.

Invoca o caso Freeport. Nunca se provou nada contra Sócrates

Invoca o caso face Oculta. Sócrates não é citado.

Invoca conversas que  indiciavam crime contra o Estado de Direito. O Procurador- Geral diz que não.

O Primeiro-ministro, nunca foi inciado pela justiça, mas já está condenado pelo Sol.

Muito baixo desce um jornal, quando, para sobreviver não olha a meios para atingir os seus fins.

 

PS- Estas breves linhas nunca serão lidas por tão ilustre citadino, mas se algumas vez chegassem à Província, gostava de deixar este conselho aos futuros pais provincianos:

 

MUDEM-SE ETODOS PARA A CIDADE .JÁ.

 

 

 

 

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Coisas do dia a dia

por Naçao Valente, em 24.11.09

Na face oculta de Portugal navegam as maiores aberrações. Vive-se uma vida paralela feita de desejos. É um mundo virtual. Pode o Procurador da Repúblida dizer que nas escutas ao primeiro-ministro não existe matéria criminal que há sem pre quem insista em dizer que há.

Não existe prova, mas tem que haver. Para os  fantasmas da noite, escondidos atrás das suas suspeições o homem não é sério.Vendeu a alma no Freeport, roubou a licenciatura e agora quer destruir o estado de direito ou de direita. que mais irão inventar? Não sei, mas das suas mentes sem rosto tudo é possível.

Ontem, num debate, ouvi dizer que as magistraturas, pagas com o dinheiro de todos nós, são a única coisa impoluta que existe neste país.Mas não serão as nossas magistraturas compostas por homens reais, com virtudes e defeitos? Onde são recrutados? Na estratosfera?

E não se pode exterminá-los, e substiruí-los por gente de carne e osso, com corpo ,cara destapada e que viva neste mundo real?

 

24/11/2008

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Coisas do dia a dia

por Naçao Valente, em 20.11.09

Assisti hoje a uma das maiores originalidades da política à portuguesa. Na Asssembleia da República foram votados três projectos para suspender uma lei que na prática já está suspensa.Trata.se da famigerada avaliação dos professoes imposta por MLR. Acontece que a nova ministra, perdoem-me a expressão, passou a perna a todos os partidos com assento parlamentar e esvaziou de conteudo a oportunista manobra desses partidos que pretendiam aparecer aos olhos dos professores como os seus salvadores. Afinal ainda são muitos votos.Isto na política vale tudo e para conquistar mais um deputado estes políticos, da esquerda à direita, são capazes de vender a alma a sei lá a quem. Aplica-se aqui  a vox populi," são todos iguais".

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DESTAQUES DO DIA

por Naçao Valente, em 16.11.09

A novela das escutas continua. O diz que diz, mas não diz, faz carreira. As fugas de informação são o pão nosso da nossa imprensa. Se não houvesse casos e mais casos, inventonas e mais inventonas, como sobreviveria uma imprensa apática, sonolenta e mais previsivel que o losango do Sporting!

A propósito do Sporting, soube-se que já tem novo treinador, Carvalhal de seu nome. pelas reacções parece que não desperta à priori grande entusiasmo. Os adeptos já não acreditam em trabalho e tranquilidade. Querem mesmo um milagre.Então antes de contratar um treinador, seja ele qual for, devem pedir para mudar meia equipa e o seu próprio comporamento, senão nem Jesus (o jorge) os salva.

De resto tudo gira nos respectivos eixos. O governo pacifica, a oposição julga que é governo, os comentadores encartados de todos os matizes, vencidos da vida real, virtualizam. O oráculo Medina prevê o fim dum país, inviável desde a nascença ,mas que é quase milenar. Uns dias chove, outros não e é este mais um dia desta pátria minha amada.Pobre país tão valente e imortal, mas tão mal povoado.

 

Os trabalhos e os dias, 15 de Novembro de 2009.l 

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Histórias da aldeia com escritores`pelo meio

por Naçao Valente, em 06.11.09

A chocalhada

 

Aparecido Cavaco, o “ladeira abaixo”, tinha os dias contados quando apareceu na aldeia com os pulmões roídos pelo bicho da tuberculose. Mas contra todas as previsões do senso popular, deu um pontapé na danada e de um dia para o outro ficou rijo que nem um pêro. Tinha abandonado a aldeia quando lhe despontavam os primeiros pelos na borbulhosa cara, para fazer pela vida. Fixou-se de armas e bagagens reduzidas, dizia-se à boca pequena, lá para os lados das salinas de Alcácer. Por lá viveu até ser homem feito e por lá juntou os trapinhos com uma moça da ribeira do Sado. E não fora o ataque dos malfadados bacilos, por lá se teria enraizado para sempre, longe da aldeia onde lhe nasceram os primeiros dentes.

Para o bem ou para o mal e por causa da doença ou do destino que lhe fora traçado voltou à sua terra de origem para lutar contra a impertinente tuberculose. Quando apareceu na aldeia, onde quase já tinha sido esquecido, dizia-se  com todas as bocas, ou seja, pequenas e grandes, que no clima húmido e melgoso do vale do Sado deixara mulher e três filhos menores. Também se dizia que a suposta mulher deixada o deixara antes a ele, entregue à sua sorte e à voragem dos bichos que o comiam, com medo de ser contaminada pelo mal que o devorava, pois nem todas as criaturas de Deus são heroínas.

O certo é que, o nosso bem Aparecido se veio refugiar, corria nas folhas do Borda d’Água o ano de 1952, debaixo das saias da sua velha mãe de quem tão cedo se separara, mas que voltava a precisar para renascer. A senhora Perpétua, boa e extremosa mãe, como todas as mães deste mundo e do outro, recebeu-o com alegria, O meu menino, disse, voltou doente mas vivo - haja esperança e há-de curar-se. Parece que só ela acreditava nesse milagre e não se enganou! Aparecido, remoçou, voltou a ganhar novas cores no rosto macilento, voltaram-lhe as forças aos braços definhados e subiu-lhe o ânimo até ao limite que era o céu.

 A sua mãe, Perpétua Bordeira atravessara a pé toda a serra do Espinhaço do Cão para vir juntar a sua vida com a de Serrenho Cavaco, homem trabalhador e muito empreendedor, como era apanágio do clã dos Cavacos. Juntos montaram um pequeno negócio, trabalharam que nem bestas de carga, criaram vários filhos e com muito labor amealharam bom pecúlio. Quando Serrenho Cavaco duplamente esgotado pela dura labuta do dia a dia e pela tarefa noctívaga de fazer filharada, se foi desta vida, descontente por ir tão cedo, deixou a desconsolada  viúva ainda capaz de romper meias solas e com um pé de meia suficiente para lhe garantir uma velhice sossegada. Foi a esse pé-de-meia que Aparecido recorreu para refazer a sua nova vida, A mãe podia adiantar-me algum dinheiro para eu abrir uma venda? Pois meu filho, sabes que podes contar sempre com a ajuda da tua mãe, muito contente por te voltar a ter junto de mim, ao mesmo tempo que suspirava de alívio por ver que o filho não voltaria a partir. Assim montou Aparecido a sua venda de batatas, coiratos, aguardente, muito vinho e outras miudezas. É certo que os seus irmãos não ficaram satisfeitos com esta generosidade materna para com o filho pródigo, mas Aparecido fez orelhas moucas a alguma maledicência que atribuía a esse sentimento ruim que se chama inveja.

Depois de um dia a encher copos de vinho, assar coiratos ou aviar meios litros de petróleo, Aparecido recolhia ao seu quarto e sentia-se só. A única consolação era os serões passados na casa do seu tio paterno, Augusto Cavaco, que fazia questão de o receber como um filho. Ali sereavam sempre, acompanhados pela filha dos seus tios e por força das convenções parentais sua prima-irmã, de nome Helena Anunciada, uma mocinha tão jovem quanto graciosa, de corpo bem feito, feições regulares e uns olhos de azeitona madura. Era a única e muito adorada filha de Augusto e da sua segunda mulher, Rita Odemira e que chegara a este mundo já no ocaso das suas vidas. Aparecido era para os seus tio como o filho que nunca tiveram e para Helena o amigo com quem compartilhava a sua solidão de filha única e a quem via, segundo as aparências, como um irmão muito mais velho. Aparecido foi ocupando a solidão da moça e apagando a tristeza que derramava dos seus olhos, que na sua presença brilhavam com a intensidade da estrela de alva. Para Augusto a presença do sobrinho trazia alegria e nova vida aquela casa e quando este tardava nas suas visitas ficava inquieto. Já é tarde e o Aparecido ainda não chegou? Será que lhe aconteceu alguma desgraça, dizia preocupado. Ora pai, desdramatizava a filha, às tantas hoje teve mais trabalho.

Numa noite quente de Agosto o calor na casa térrea de Augusto atabafava. O serão no pátio corria melhor que a brisa de vento que tardava em chegar, para refrescar os corpos e as mentes. Aparecido e a sua prima Helena trocavam palavras pouco perceptíveis e olhares lânguidos e suspeitos, não passaram despercebidos à matriarca Rita Odemira. Alguma coisa estranha pairava no ar e não só pelo comportamento dos dois primos, mas porque lho sugeria o seu sexto sentido feminino., Aparecido, que se passa, pareces-me esquisito... Ora tia, foi um dia muito cansativo, por isso acho que me vou deitar. Estou a precisar da companhia das palhas da enxerga, até amanhã tios, boa noite prima .Boa noite Aparecido disse Helena com uma tremura na voz e um aperto no coração, pois aquela iria ser a primeira das outras noites da sua vida, a noite em que a seu destino se uniria ao de Aparecido, dando corpo a um amor escondido em serões e serões infindáveis.

Na manhã seguinte Augusto foi o primeiro a levantar-se como sempre acontecia e achou estranho que a porta do quarto da filha estivesse aberta. Não era costume acontecer. Pé ante pé foi espreitar e o que viu quase que lhe partiu o coração. A filha não estava na cama, tão serena e arrumada como um pego sem corrente.

A essa hora já corria de boca em boca que o Aparecido se tinha juntado com Helena Anunciada. O espanto era geral e ninguém queria acreditar. O pai da moça primeiro ficou pior que gato em telhado de zinco quente, depois começou a acordar como se estivesse a viver um pesadelo sem sentido e finalmente caiu na realidade louca que era a puta da vida. O traidor ingrato enganou-me e destruiu a minha família, mas vai pagar-me, ai vai. A mãe de Helena quando soube do improvável evento, caiu redonda com um chilique e teve de ser reanimada com um copo de aguardente e duas estaladas na cara, como era costume por aquelas bandas. Entretanto a moça já tinha entregado a sua pureza à sedução do primo. Depois de passado o choque inicial, Augusto dirigiu-se ao palheiro prenhe de palha, pegou numa forquilha de dentes afiados, montou a velha mula ruça e cavalgou a toda a pressa de forquilha em riste, porque urgia vingar a sua honra e a desonra da filha. Diz quem viu, que das patas do animal saía fogo quando pisavam violentamente as toscas pedras da calçada que desenlameava as mal traçadas ruas da aldeia. A sua ira era maior que a torre sineira da igreja por onde passou, sem se aperceber da sua presença secular.

 Os dois amantes ao tomarem conhecimento de tal acção, temeram pela vida ainda mal iniciada e tremiam que nem varas de loendros verdes ao vento agreste de terras de Espanha, pois desses lados, nem bom vento, nem bom casamento. Foi então que vinda de uma noite mal dormida, acordada pelo frenesim que crescia à sua volta, Perpétua Bordeira, extremosa mãe, tia e agora sogra, ainda em trajes menores disse para os dois incestuosos primos, Fiquem onde estão que eu vou resolver isto.

A populaça convencida que ia assistir a uma bom sarrabulho, já se posicionava estrategicamente procurando o melhor lugar para assistir ao desenrolar do novelo. Uns empoleirados nos muros, outros, mais ousados, estendidos nos beirais dos telhados e os mais descarados, cosidos contra as paredes íngremes das casas da ladeira. Já Perpétua se tinha colocado no meio da rua tal como saíra da s asas de Morfeu, longa camisa de burel a tapar a nudez, própria de uma verdadeira mulher de respeito. Com a primeira arma que lhe veio à mão, o penico ainda rescendendo aos fluidos nocturnos, o grisalho cabelo desalinhado pela dureza do travesseiro de palha e pelas agruras da vida, esperava pacientemente pela sanha do cunhado, equilibrando o seu corpo roliço na aspereza do declive da rua.

Ao entrar no lajeado inclinado da ladeira, a besta, a de quatro patas, talvez assustada com aquela visão algo dantesca, como um Adamastor saído de uma noite mal dormida (coisa diferente na mente do animal, que não sabia de história), estacou de repente e atirou o cavaleiro borda fora, estatelando-o nas frias e duras pedras da calçada. O animal, o de duas pernas, caiu desamparado e o estoiro foi tão forte que se ouviu nas até nas consciências mais empedernidas. Impulsionado pelas leis da física, embora sem o saber, Augusto rolou rua abaixo até junto aos pés descalços e à ira da dama enfurecida, Fica quieto, não te mexas, senão descarrego-te este bacio de merda em cima da tua casmurrice ,disse Perpétua, agora sogra e futura avó, brandindo com mão firme a improvisada arma. Augusto, assustado, dorido desarmado e vencido, levantou penosamente o que restava da sua dignidade e balbuciou, Por agora ganhaste, velha megera, mas isto não fica assim, Isto promete, disse entre-dentes um anónimo personagem.

Chegou a vez dos aldeões enquanto personagens secundárias , entrarem nesta história Um a um foram-se juntando até formarem magotes no largo principal, até porque era domingo e o tema alimentava a curiosidade das gentes sempre ciosas de um bom escândalo que sacudisse a pasmaceira de um dia a dia sempre igual. E de entre os sussurros e as críticas mais acesas, levantou-se a voz de Saramago, Mestre Escola, sempre ouvido e respeitado na sua superior sabedoria. Puxou dos seus galões e num discurso beato e patrioteiro exortou, na sua pronuncia beirã, os campónios à indignação, Esses dois adúlteros ofenderam as leis da santa Igreja, ofenderam a pátria e os seus valores, ofenderam a família e a sua autoridade e cometeram três grandes pecados , mancebia de homem casado, união contra-natura entre primos de sangue, desonra das suas famílias. Axim merecem um castigo imediato já que o pecado maior será castigado na hora do julgamento final, Ide agora a vossas cazas e trazei chocalhos das vossas bacas e dos vossos vois, pois bamos fazer uma grande chocalhada. A meio da tarde juntou-se o povo munido do s respectivos chocalhos, e acompanhado de muita moçada, divertida com este espectáculo inédito e lá foram rua abaixo gritando e vociferando ao som tilintante e metálico dos adornos, dos pachorrentos e inocentes animais.

Alguns familiares dos chocalhados, acantonados atrás de portas e janelas ainda tentaram reagir, mas a turba era assustadora. Apenas uma irmã mais assanhada de Aparecido, abriu timidamente um postigo e atirou um a bacia cheia de água suja sobre os divertidos protestantes. E por ali ficaram os protestos populares contra aquela união que desrespeitava  a moral e os bons costumes.

No dia seguinte a vida voltou ao seu ritmo normal naquele povoado de país pobre mas honrado. Os dois primos, e agora marido e mulher, continuaram juntos e foram muito felizes. Helena emprenhou três vezes, e pariu três fortes rapazes. O tempo sarou as grandes feridas e o clã dos Cavacos voltou a ser unha com carne. Aparecido prosperou nos negócios e chegou até a ser Regedor da freguesia. Quando o regime deu um trambolhão da cadeira, Aparecido que já fora homem de duas mulheres, não se importou de ser homem de dois senhores e apressou-se a enviar um telegrama de apoio com o timbre da Regedoria ao rosto do novo regime.

 

Um dia, igual a tantos outros e enquanto Aparecido aviava meio litro de petróleo a um freguês e Helena media meio litro de feijão careto a uma freguesa e a mais nova cria do casal que ainda mijava nos cueiros, dormia a sono solto numa alcofa ao lado do balcão um cliente, sapateiro de profissão, comentou, Está ali a dormir um Presidente da República. Os presentes, esticaram a boca, cada um à sua maneira, mas com o riso bem espetado entre as orelhas. Não sei se o dito sapateiro brincava ou se falava a sério, mas o certo é que desde o de Trancoso que os sapateiros tem jeito para a profecia.

 

 

 

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